C. Menezes Engenharia & Energia
08 jul 2020

FSM- O contador bidirecional para detecção do consumo de energia na residência.

O Fronius Smart Meter é um contador bidirecional para a otimização do consumo da energia própria e para detectar curvas de carga da residência. Graças à elevada precisão de medição e rápida comunicação através da interface Modbus RTU, no limite de alimentação, é possibilitado um controle dinâmico mais rápido e preciso da alimentação do que nos contadores S0.

Junto com o Fronius Solar.web, o Fronius Smart Meter possibilita uma representação clara do consumo de energia própria. Na solução de armazenamento Fronius Energy Package com Fronius Symo Hybrid, o Fronius Smart Meter garante uma gestão precisa de diferentes fluxos de energia, com isso, a gestão geral de energia é otimizada. O Fronius Smart Meter é adequado para o uso com os inversores Fronius Symo, Fronius Symo Hybrid, Fronius Galvo, Fronius Primo, Fronius Eco ou com o Fronius Datamanager 2.0.

Detalhes do produto

DADOS GERAIS

Tensão nominal 400 – 415 V
Corrente máxima 3 x 50 000 A
Seção transversal de conexão do caminho de corrente 0,05 – 4 mm²
Seção transversal de conexão da comunicação & condutor neutro 0,05 – 4 mm²
Consumo próprio 2,5 W
Corrente inicial 40 mA
Classe de precisão 1
Precisão da energia reativa Classe B (EN50470)
Precisão da energia ativa Classe 2 (EN/IEC 62053-23)
Sobrecarga (curto período) 30 x Imax / 0,5 s
Montagem Montagem interna (trilho)
Caixa 4 módulos DIN 43880
Grau de proteção IP 51 (painel de comando), IP 20 (bornes de conexão)
Display LCD de 8 dígitos
Área de trabalho -5 – +55°C
Dimensão (largura) 89 mm
Dimensão (altura) 71,2 mm
Dimensão (profundidade) 65,6 mm
Interface do inversor Modbus RTU (RS485)
08 jul 2020

Keep Cool – como a tecnologia de resfriamento ativo faz os inversores terem um desempenho máximo

Sabe-se que altas temperaturas ambientes não apenas influenciam o rendimento do sistema fotovoltaico como também podem ter enormes efeitos sobre a vida útil dos inversores. Ao contrário de muitos outros fabricantes, a Fronius utiliza resfriamento ativo na eletrônica de potência e não resfriamento passivo. Além de evitar hot spots, o foco dessa escolha é otimizar o rendimento assim como projetar os sistemas de forma flexível e de fácil manuseio.

Resfriamento ativo vs. passivo

No resfriamento passivo, utiliza-se a convecção natural e não se utiliza nenhum ventilador ou se utilizam apenas ventiladores internos. O uso de grandes dissipadores térmicos também deixa o equipamento pesado, o que dificulta o manuseio e o transporte. Já a tecnologia de resfriamento ativo conta com um ou mais ventiladores, que não apenas evitam campos de calor, mas também regulam a circulação de ar na parte interna do inversor e mantêm assim a temperatura da eletrônica de potência baixa.

Flexibilidade máxima na concepção dos sistemas e na montagem

Já que os equipamentos resfriados de forma passiva apresentam, muitas vezes, rastreadores de Maximum Power Point com uma limitada intensidade de corrente, geralmente só é possível conectar uma cadeia de módulos por rastreador. Isso ocorre porque intensidades de corrente mais altas também provocam temperaturas mais altas nos componentes.  Em equipamentos resfriados de forma ativa, em contrapartida, é possível dissipar mais calor, o que permite intensidades de corrente mais altas, de modo que mais cadeias paralelas podem ser conectadas. Isso significa uma maior flexibilidade no design do sistema.

Na montagem, os inversores com resfriamento ativo também proporcionam máxima flexibilidade. Ao contrário do que acontece quando o resfriamento é passivo, os equipamentos com sistema de resfriamento ativo podem ser montados num telhado em posição vertical, horizontal e até plana. Isso é possível porque o ar frio é aspirado lateralmente e o ar aquecido é dissipado por cima. Com uma dissipação de calor até cinco vezes maior em comparação com a variante passiva, o resfriamento ativo possibilita que os equipamentos também sejam colocados em locais com maior radiação solar.

Tecnologia sem manutenção, com economia de custos

Para cumprir o respectivo serviço de garantia, todos os fabricantes de sistemas de resfriamento passivo preveem que os equipamentos passem por manutenção em intervalos periódicos. Diversos fatores no inversor, como limpeza dos dissipadores térmicos, status operacional do sistema, conexões de cabo e conexão à terra, precisam ser inspecionados e assegurados por uma pessoa especializada até duas vezes por ano.   Já os inversores com sistema de resfriamento ativo são, geralmente, livres de manutenção, o que gera bem menos custos correntes. Mesmo nesse caso, porém, não é recomendado que as inspeções periódicas deixem de ser realizadas por completo, principalmente quando o local de utilização é exposto a muita poeira ou sujeira.

Efeito positivo sobre a vida útil

Como a vida útil dos componentes eletrônicos depende fortemente da temperatura, isso significa que, quanto mais quentes eles ficam, maior a probabilidade de apresentarem defeito.

Por isso, há uma regra muito citada que diz:

„A cada aumento de 10 °C na temperatura, a vida útil diminui aproximadamente pela metade.“

Por isso, no resfriamento ativo, os componentes eletrônicos são resfriados por ventiladores internos, o que aumenta a vida útil da eletrônica de potência. Ao mesmo tempo, isso significa uma substancial economia de custos, já que os diferentes componentes são bastante preservados e, portanto, precisam ser reparados com menos frequência.

Em inversores com resfriamento passivo, em contrapartida, podem ocorrer hot spots locais devido à limitada dissipação de calor, o que reduz bastante a vida útil.

 

1* Resfriamento Passivo
2* Resfriamento Ativo

Otimização do rendimento com resfriamento ativo

Para evitar um superaquecimento dos componentes eletrônicos, é realizado o „derating“, uma redução controlada da potência. Em inversores resfriados ativamente, o efeito de resfriamento pelos ventiladores é bem mais forte do que quando o sistema de resfriamento é passivo, caso em que as perdas de rendimento são elevadas.

Como se pode ver no gráfico, o inversor resfriado passivamente já ativa um derating de potência em temperaturas ambientes de 30 °C, ao passo que o inversor Fronius resfriado ativamente só inicia esse processo a partir de 40 °C.

01 jul 2020

Estado do Rio vai dar desconto no ICMS para quem gerar energia solar

Os contribuintes do Estado do Rio que tiverem pequenos geradores de energia solar fotovoltaica, que injetam na rede elétrica a produção de placas solares que excedem o consumo mensal, terão isenção no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que é cobrado pela geração de energia. O benefício é resultado da nova lei estadual 8.922/2020, de autoria original do deputado estadual André Ceciliano (PT) e aprovada pela Assembleia Legislativa (Alerj). A nova lei foi sancionada pelo governador Wilson Witzel e publicada no Diário Oficial do Estado nesta quarta-feira, 1º, portanto, já está em vigor.Leia Mais

24 jun 2020

Complexo do Pecém celebra conclusão de usina de energia solar fotovoltaica

Já está pronta a obra da microusina de energia solar fotovoltaica do Complexo do Pecém, no estado do Ceará. O novo equipamento levou três semanas para ficar pronto e possui 189 módulos fotovoltaicos (placas solares) com capacidade de gerar por ano até 104.600 kWh de energia elétrica, por meio da luz do sol, para o condomínio de salas do Bloco de Utilidades e Serviços (BUS), que tem o consumo médio anual de 148.896 kWh.

A instalação da nova usina se alinha com o planejamento estratégico do Complexo do Pecém de buscar cada vez mais o desenvolvimento sustentável. No novo equipamento foram investidos R$ 400 mil para resultar em uma economia de aproximadamente R$ 84 mil/ano em energia elétrica. A expectativa é que em 4,7 anos o investimento na usina traga o retorno esperado.

“A geração de energia elétrica através de fontes renováveis já é uma realidade no nosso cotidiano, o aproveitamento enérgico através de recursos naturais é regulamentado pela norma da ANEEL nº 482, permitindo qualquer pessoa ou empresa se converter em um produtor de eletricidade a partir de energia solar em instalações de Micro (até 75 kW) e Mini Geração (até 1 MW). Ao final do período de pay-back (indicador do tempo de retorno de um investimento), o custo fixo relativo a da energia elétrica do nosso BUS será reduzido em 70%”, conclui Fábio Abreu, diretor executivo de Engenharia do Complexo do Pecém.

Além de suprir energia elétrica, o projeto também desenvolve a cultura da inovação através da utilização de uma fonte renovável de energia, melhorando a qualidade das instalações e resultando em conforto aos usuários, já que os módulos responsáveis pela captação da energia do sol foram utilizados para prover sombra em parte do estacionamento de veículos do BUS, localizado próximo ao gate 1 do Terminal Portuário do Pecém.

A instalação do novo equipamento vai ainda de encontro à Resolução 2.650 da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), que em 2012 instituiu o Índice de Desempenho Ambiental (IDA) para incentivar práticas sustentáveis através de instrumentos de acompanhamento e controle de gestão ambiental em instalações portuárias, como o Porto do Pecém.

Dentre os quatro indicadores/categorias que compõem o IDA, estão: o econômico-operacional; o sociológico-cultural; o físico-químico; e o biológico-ecológico. Os dois últimos têm por objetivo avaliar dentro das operações portuárias a gestão ambiental; a educação e saúde; o consumo de água; a qualidade do ar; o nível de ruído e a biodiversidade com o monitoramento da flora e fauna na área do porto e seu entorno.

“Dentro deste contexto destacamos que a gestão portuária sempre desenvolve o processo de gerenciamento ambiental portuário buscando por soluções que integrem a operação portuária com o meio ambiente, dando suporte para a criação de projetos adequados à legislação ambiental e definindo o planejamento estratégico operacional com o objetivo de evitar a menor interferência possível no meio ambiente. Assim conseguimos obter uma operação portuária mais eficaz e mais eficiente”, afirma Ieda Passos, gerente de Meio Ambiente e Segurança do Trabalho do Complexo do Pecém.

A quantidade de CO2 poupada por conta da utilização de energia solar para esta usina foi calculada para 25,9 ton de CO2 por ano, isto equivale a redução na emissão de CO2 correspondente ao plantio de 104 árvores. Por isso, os executivos do Complexo do Pecém acreditam que a adoção de uma fonte renovável também poderá alavancar a posição do Porto do Pecém no Índice de Desempenho Ambiental (IDA) da Antaq.

Estacionamento para veículos elétricos

Além do estacionamento coberto com placas solares no Bloco de Utilidade e Serviços (BUS), o Complexo do Pecém possui ainda no estacionamento do seu prédio administrativo, desde o início desse ano, vaga exclusiva para veículos híbridos e elétricos com torre de carregamento padrão (plug modelo T2 – 32 amperes) e configuração compatível com veículos das principais montadoras.

“No Brasil, os primeiros veículos híbridos começaram a circular em 2007. Em Fortaleza já são vários os pontos existentes e não se observava nada na região do Complexo do Pecém. Foi aí que tivemos a ideia de implantar nossa primeira vaga para veículo sustentável. O ponto de carregamento de energia elétrica é público e representa o início de uma série de projetos e ações a serem implantadas”, afirma Márcio Mamede – Assessor de Qualidade e Inovação do Complexo do Pecém.

22 Maio 2020

Energia solar ajuda brasileiros neste momento de pandemia

A energia solar tem inúmeras vantagens. A maior delas nesse período em que a população está ficando mais em casa por conta do isolamento social devido à pandemia é o auxílio no consumo de energia e, por consequência, a redução da conta de luz. Abastecidos pela luz do sol, os moradores conseguem gerar toda ou parte da energia que consomem em sua casa, resultando em uma economia de até 95% na conta de luz mensal.

Não só o isolamento proporciona o aumento no consumo de energia nas residências. Além de as pessoas estarem em casa, hábitos foram mudados, como trabalhar de forma remota, o chamado home office, e crianças e adolescentes estudando em formato EAD (ensino a distância), tudo por meio de dispositivos eletrônicos e acesso Wi-Fi.

Antes, boa parte deste consumo era feito nos escritórios empresariais. Como agora está dentro de casa, os relógios medidores das residências passaram a trabalhar mais e as contas de luz tiveram aumento e começaram a afetar o orçamento familiar.

Mas o uso da energia solar já é uma realidade para mais de 156 mil residências no Brasil, de acordo com o banco de dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Os sistemas são projetados de acordo com o consumo de cada residência, trabalho realizado por empresas energia solar que comercializam e instalam a tecnologia.

Os painéis solares geram não só a energia consumida durante o dia na casa, já que o excedente que é injetado na rede é convertido em créditos energéticos. São esses créditos que fazem com que os consumidores consigam economizar na conta de energia, ação criada pela Resolução Normativa 482 da Aneel, chegando a 95% de economia.

De acordo com as regras atuais do segmento de geração distribuída da Aneel, esses créditos ainda possuem validade de uso por cinco anos após serem gerados.

A redução na conta, junto com outras vantagens dos sistemas, como imunidade contra a inflação e a vida útil acima de 25 anos, segue puxando o número de instalações a cada ano no Brasil.

Com preços dos equipamentos em queda e mais de 70 linhas de financiamento em energia solar disponíveis, a tecnologia deixou de ser artigo de luxo e está mais acessível aos consumidores. A C. Menezes Energia lhe dá toda a orientação necessária à você e sua empresa.

Além de todo esse benefício, o segmento conta ainda com outras boas notícias. Pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência divulgada no ano passado indicou que 90% da população ouvida quer gerar energia renovável nas casas. E as projeções apontam crescimento, sendo 1,3 milhão de imóveis com autogeração de energia estimados até 2029, de acordo com o Ministério de Minas e Energia.

21 Maio 2020

Surgem mais detalhes sobre a super bateria da Tesla

A Tesla deve introduzir neste ano, inicialmente em carros Model 3 produzidos na China, um novo tipo de bateria com maior longevidade e que irá tornar o custo dos veículos “comparável àqueles com motor à combustão”.

Segundo informações da Reuters, as baterias são fruto de uma parceria com a chinesa Contemporary Amperex Technology Ltd. (CATL) e um pequeno laboratório na Universidade Dalhousie em Halifax, no Canadá. O laboratório é chefiado desde 1996 por Jeff Dahn, pioneiro no desenvolvimento das baterias de íons de lítio usadas em veículos elétricos e para armazenamento de energia.

As baterias serão baseadas em uma nova química interna que dispensa o uso do cobalto, um dos ingredientes mais caros e controversos. Além disso, serão “empacotadas” pela CATL usando uma nova tecnologia chamada “Cell to Pack”, que permite agrupar mais baterias num mesmo espaço e reduzir os custos com invólucros.

Para reduzir ainda mais os custos as baterias serão produzidas em linhas de montagem altamente otimizadas chamadas de “terafábricas”, 30 vezes maiores que a atual “gigafábrica” da Tesla em Nevada, nos EUA.

“Temos de nos certificar de ter uma curva muito íngreme na produção de baterias e continuar a melhorar seu custo por kilowatt-hora. Isto é fundamental e extremamente difícil”, disse Elon Musk, CEO da Tesla, a investidores em janeiro deste ano. “Temos que aumentar a produção de baterias a niveis insanos, que as pessoas não podem nem compreender hoje em dia”.

De acordo com o Business Insider, Musk afirmou a investidores que a Tesla fará um “dia da bateria”, na terceira semana de maio, para anunciar novidades neste segmento. Segundo o executivo, será “o dia mais emocionante na história da Tesla”.

Fonte: Reuters

21 Maio 2020

Linha de crédito é ofertada para financiamento de energia solar

O Banco do Brasil oferece linhas de financiamento de energia solar, com taxas e prazos para empresas urbanas, rurais e produtores do campo conseguirem adquirir e instalar usinas de energia solar para gerar a sua própria energia e economizar na conta de luz.

O superintendente do Banco do Brasil em Roraima, Mário Alcântara, afirma que as linhas de crédito são para comprar uma pequena usina, por meio dos planos de financiamento de energia solar. “Temos a tecnologia de aquecimento solar e a de energia elétrica fotovoltaica, sendo que o sistema de placas solares fotovoltaicas utiliza a luz do sol para gerar energia elétrica e é o melhor para Roraima”.

Para a pessoa que deseja conseguir um financiamento do sistema para seu negócio ou empresa, inclusive, o orçamento do projeto é item essencial para se conseguir a liberação junto ao banco.

Financiamento do Banco do Brasil

Os valores liberados podem chegar a até 100% do investimento, ou seja, tanto equipamentos quanto a mão de obra completa do projeto e instalação do sistema. Em todas as linhas o crédito será disponibilizado apenas para correntistas do BB e contará com condições bem atrativas para a compra e instalação dos projetos de energia solar.

Crédito

O primeiro passo é tornar-se cliente do banco, caso ainda não seja e, então, solicitar a linha de crédito, a qual está sujeita à aprovação cadastral e de crédito. Os planos são o seguinte: Financiamento Empresarial Urbano; Sistema e Fotovoltaico Comercial Urbano.

Pronaf Agroindústria

Essa é uma das linhas do Banco do Brasil oferecidas com recursos do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), criado pelo governo em 1996 e com abrangência nacional.

Destinada exclusivamente a pessoas jurídicas, essa linha oferece crédito para empreendimentos familiares rurais, cooperativas e produtores familiares com atuação na agropecuária, produtos florestais e artesanais e ou turismo rural.

O público é composto de empreendimentos familiares rurais (pessoa jurídica), cooperativas e produtores familiares. A taxa de juros é pré-fixada: 4,6% a.a.

Pronaf Eco

A Pronaf Eco é a linha de financiamento de energia solar que atende pessoas físicas com o repasse dos recursos do Pronaf.

O crédito é destinado à investimentos em técnicas que minimizam o impacto da atividade rural ao meio ambiente, bem como permitam ao agricultor melhor convívio com o bioma em que sua propriedade está inserida.

Produtores familiares que apresentem Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP), podem adquirir o crédito. Os juros são de 2,5% a.a. para projetos eco e 4,6% a.a. para silvicultura.

Os limites de financiamento vão até 100% do investimento, perfazendo um total de R$ 165 mil. O prazo para pagamento é de até 12 anos, com até 8 anos de carência, dependendo do empreendimento financiado.

Para ambas as linhas Pronaf do Banco do Brasil, a empresa ou produtor rural devem primeiramente conseguir a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) junto a um sindicato rural ou empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater).

Para isso, eles não podem estar listados entre os consumidores dos grupos listados abaixo, constante no banco de dados disponibilizado no site do Banco Central do Brasil (BCB) acerca do Pronaf.

05 Maio 2020

Sem querer, estudante dos EUA cria bateria que pode durar 400 anos

Um experimento despretensioso da doutoranda Mya Le Thai, da Universidade da Califórnia, em 2016, chegou a uma descoberta que pode revolucionar o universo tecnológico.
Durante pesquisas feitas em laboratório, Mya descobriu um procedimento que pode fazer as baterias durarem até 400 anos. Uma equipe de pesquisadores já realizava experimentos com nanofios e sua aplicação em baterias, mas as recargas acabavam por romper os delicados fios que compõem a bateria de nanofios.

Um dia, porém, por impulso Mya decidiu cobrir um grupo de nanofios de ouro com dióxido de manganês e uma espécie de gel eletrólito, e colocar a bateria para realizar ciclos de cargas, descargas e recargas – e foi aí que a surpresa se deu: enquanto as baterias normais duram cerca de 500 recargas até começaram a falhar, sua descoberta chegou a 200 milrecargas em um mês, em perfeito estado.

Mya2

O campos das possibilidades tecnológicas, o impacto econômico, e principalmente ecológico, caso a descoberta se confirme, será gigante. “Talvez seja uma maneira bastante simples de estabilizar os nanofios. Será um grande avanço para a comunidade”, afirmou um dos pesquisadores. Para quem estava simplesmente passando o tempo em um laboratório, Mya Le Thai acertou em cheio – confirmando que a sorte joga melhor com quem mais se dedica, e menos conta com ela. A “sorte” de Mya, nesse caso, pode ser a sorte do mundo.

20 abr 2020

Contas de energia poderão aumentar 20% com medidas do governo federal

O valor das contas de energia elétrica de empresas e residências poderá aumentar 20% em detrimento da crise sanitária causada pela pandemia da Covid-19. A avaliação foi feita por mais de 50 associações de empresas em nota conjunta divulgada esta semana.

Para a Associação Brasileira dos Grandes Consumidores de Energia e Consumidores Livres (Abrace), que liderou o movimento para criação da nota, as medidas de socorro do governo federal destinado ao setor elétrico poderá ser responsável pelo aumento das tarifas aos consumidores.

“As medidas transferem novos custos aos consumidores, por meio de encargos cobrados na Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e terão como efeito indireto o achatamento do comércio, a redução do orçamento das famílias e o estrangulamento da indústria, sobrecarregando a produção, uma vez que os custos são pagos na proporção da energia consumida e não das contas finais”, diz a nota.

Eles defendem que os custos da crise sejam divididos entre toda a cadeia do setor elétrico, incluindo consumidores, distribuidores, transmissores e geradores. “Qualquer ajuda aos consumidores de baixa renda – que neste momento se mostra como uma política pública oportuna e necessária – deve ser integralmente coberta pelo Tesouro Nacional”, defendem.